30/03/21

 

 


 Sherri Tenpenny: Factos sobre a “vacina” SARS-CoV-2

Até à data de 29 janeiro 2021, foram registados os seguintes casos de mortes e lesões no CDC Vaccine Adverse Reporting System website (VAERS) dos EUA:

  • 501 mortes (453 nos EUA)
  • 11 249 lesões adversas: 

-  690 anafilaxia (76% com vacina Pfizer, 24% com vacina Moderna)  

- 139 paralisia Bell (assimetria facial)

-  13 abortos

Também foram identificados pelo menos 7 mecanismos de lesão que podem surgir individualmente ou em conjunto:

1. a) Anafilaxia/choque anafilático (até 10 de janeiro 2021)

2.5 casos por milhão doses (10 casos) – Moderna
11.1 casos por milhão doses (17 casos) – Pfizer

Sintomas começam entre 13 a 30 minutos após toma da vacina e a maior parte é atribuída ao composto polietilenoglicol (PEG) que a vacina contém.

Administração nunca pode ser feita sem vigilância e a pessoa não deve conduzir posteriormente.
80% são mulheres e 30% delas com história passada de asma, alergias a comida e/ou drogas, sob terapia com corticoides.

1. b) Reacções alérgicas não anafiláticas

43 casos - sintomas com início de 15 minutos até 24h
17 (40%) classificados como graves
91% mulheres

Prurido, erupção cutânea, sensações de comichão na boca e garganta ou sensação garganta a fechar e sintomas respiratórios.

2. Efeito adverso directo do anticorpo criado - anticorpo anti-spike proteína: S-IgG

Isto não é o conceito habitual de uma vacina que provoca a produção de um anticorpo, criado pelo nosso sistema imunitário, que vai matar/neutralizar o patógeno e impede que fiquemos doentes.

É outro tipo de ferramenta. Quanto mais elevado for o nível de anticorpos anti-spike proteína do vírus, que são criados pelo mRNA, mais severos são os efeitos secundários. Demora até 42 dias para atingir concentrações elevadas, podendo ir até 6 a 12 meses. Então, o anticorpo que é suposto proteger-nos na realidade ataca-nos, particularmente os pulmões. Pode ir para os pulmões e ligar-se aos alvéolos e destrui-los (ensaio clínico com macacos em que, 7 em 8, ficaram sem pulmões por inflamação e hemorragia, acabando por morrer).

3. Lesões mediada por Imunoglobulina G (IgG)

Esta situação ocorre quando se dá a reexposição ao vírus. É nesta fase que podem ocorrer reacções autoimunes aceleradas.
Mais de 30 corona vírus andam em circulação há pelo menos 60 anos. Quando entramos em contacto com qualquer deles podemos ter uma reacção autoimune acelerada. E não se sabe quanto tempo é que estes anticorpos IgG ficam no corpo!

4. Lesão no caso de vacinação anterior com a vacina da gripe

Se fez a vacina da gripe antes da vacina COVID 19 tem mais probabilidade de ter uma reacção adversa mais grave à vacina COVID 19 devido aos anticorpos criados anteriormente para o vírus da gripe. Poderá, também, ter mais probabilidade de se infectar por SARS-Cov-2 se foi vacinado anteriormente contra a gripe.
Ambos os fenómenos já foram estudados pelos militares dos EUA em pormenor.

5. Incremento dependente de anticorpos (“Trojan Horse phenomenon”)

Se houver contacto com o vírus selvagem (se contactar com o SARS-CoV-2) o processo de replicação viral continua indefinidamente, causando lesões muito mais graves do que a própria doença, se a tivesse tido sem ter sido vacinado. É como ter um “botão on sem botão off “.

6. Modificação directa dos macrófagos (M) pela proteína anti-spike

Temos 2 tipos de macrófagos (M) no sistema imunitário:
M1 são os que produzem citoquinas e iniciam/participam na batalha para nos livrarmos/neutralizar da infecção. São proinflamatórios.
M2 ou anti-inflamatórios. São os comedores de lixo e de tecido residual/morto, após a batalha com os patógenos.
Os anticorpos anti-spike proteína do vírus, que são criados pelo mRNA, suprimem/matam os macrófagos tipo 2 que são os que limpam tudo. Se isto acontece, a reacção anti-inflamatória continua indefinidamente.
Quando autopsiaram os animais do ensaio verificaram que só havia M1 pois o animal não conseguia produzir M2 e a batalha continuava sem um fim em vista até à morte do hospedeiro. Ou seja, verifica-se uma reacção inflamatória interminável (porque não há M2), até à morte.

7. Doenças autoimunes em múltiplos sistemas

Os anticorpos anti-spike proteína do vírus, que são criados pelo mRNA interagem ou fazem reacções cruzadas com tecidos humanos nomeadamente do sistema gastrointestinal (tubo, pâncreas e fígado), pele, sistema nervoso, pulmões, coração, tiroide, articulações, músculos e mitocôndrias. Num dos estudos reagem/atacam 28 de 55 antigénios dos nossos tecidos porque lhes parecem similares aos do vírus e causam desordens autoimunes aceleradas.
Criamos um anticorpo que, sem o vírus, procura tecidos semelhantes para interagir/atacar.
Este fenómeno explica a fadiga extrema e os problemas neurológicos que se têm verificado pós vacina.

Questões analíticas da Dra. Sherri:

Desde março de 2020 muitos estudos foram feitos e há muitos medicamentos para tratar e bloquear a replicação do vírus.
Porque não se faz prevenção de forma sistemática e massiva?

Porque não se usa tratamento precoce com compostos farmacêuticos e/ou nutracêuticos e/ou homeopatia?

Não podemos chamar vacina a este dispositivo médico que nos apresentaram apressadamente. Na minha opinião é uma ferramenta genética parcialmente experimentada. Há muita coisa que não sabemos sobre este dispositivo, mas o que sabemos é horrendo! Parece ter um botão “on” para ligar, mas não apresenta um botão “off” para desligar e isso é muito perigoso.

O conceito de vacina significa preparar o sistema imunológico do corpo a fim de prevenir/evitar as doenças através da interrupção da transmissão/propagação dos microorganismos que as provocam evitando a hospitalização e diminuindo a mortalidade. A vacina deve ser sempre menos tóxica do que a infecção que quer prevenir.

Este dispositivo teve uma “Autorização de Emergência” quando a doença COVID-19 tem uma taxa de sobrevivência de 99,91%. Para quê a emergência em administrar algo parcialmente estudado a indivíduos saudáveis, quando sempre existiram ferramentas médicas para prevenir, há cada vez mais soluções/protocolos para curar e cuja probabilidade de morrer da doença é 0,09%?

Para quê testar indiscriminadamente com um equipamento que não foi criado para essa função? Não seria mais útil aplicar os recursos em suplementação adequada para fortalecer o sistema imunitário do que os desperdiçar em testes? Porque é que a avaliação clínica primordial por um médico foi ignorada/ultrapassada?

Como é que escutamos cada vez mais relatos de certificados de óbito em que a causa de morte não foi devido ao SARS-CoV-2, mas fica registado como tal? Porque é que o governo paga mais subsídios aos serviços de saúde se o doente for ventilado e o diagnóstico for COVID 19? Porque é que os laboratórios foram completamente ilibados de prestar contas/indemnizar pessoas se as “vacinas” provocarem lesões adversas? Como é que se decide proteger a indústria farmacêutica em detrimento do ser humano?

Esta ferramenta, que não é uma vacina, já provocou centenas de mortes em menos de 3 meses. Será muito mais mortífera se for aplicada a todos.
Conhece outro produto na história da indústria farmacêutica com estas consequências nefastas em 8 semanas que ainda esteja no mercado e a ser publicitado e impingido com toda a pressa para que todos o tenham injectado no braço? Não há!

Conclusão: Há, obviamente, um risco muito significativo de desenvolver doenças graves após ter sido vacinado, em contraste com a hipótese, muito mais provável, de se ter uma doença ligeira autolimitada, com uma taxa de sobrevivência de 99%, provocada pelo SARS-CoV-2, se não formos vacinados.
Porquê fazer pior com a vacina do que o que se verifica com a doença?

Sherri J. Tenpenny, Tenpenny Integrative Medical Center, USA

 


Podcast da Dr. Sherri Tenpenny, publicado em Fevereiro 2021:
https://healthycrownheights.blogspot.com/2021/02/dr-sherry-tenpenny.html

A Drª. Sherri J. Tenpenny é médica, diplomada em três especialidades. Dedicou mais de 18 anos à investigação dos efeitos adversos das vacinas e é actualmente considerada uma das médicas mais experientes e francas sobre o assunto. É autora de vários livros, incluindo o best-seller “Saying No To Vaccines”.

 


 

CARTA ABERTA URGENTE, DE MÉDICOS E CIENTISTAS, À AGÊNCIA EUROPEIA DE MEDICAMENTOS SOBRE AS QUESTÕES DE SEGURANÇA DA VACINA CONTRA A COVID-19

 

Um grupo de cientistas e médicos emitiu recentemente uma carta aberta solicitando à Agência Europeia do Medicamento (EMA) que responda a questões de segurança urgentes sobre as vacinas contra a COVID-19 ou retire a autorização das vacinas.

A carta é dirigida a Emer Cooke, Director Executivo da EMA, e foi enviada na segunda- feira, 1 de março de 2021. Uma cópia da carta foi enviada ao Presidente do Conselho da Europa e ao Presidente da Comissão Europeia.

 

À atenção urgente de: Emer Cooke, director executivo da Agência Europeia de Medicamentos

Exmos. Senhores,

Como médicos e cientistas, apoiamos, em princípio, o uso de novas intervenções médicas que são adequadamente desenvolvidas e implantadas, tendo obtido o consentimento informado do paciente. Essa postura engloba as vacinas da mesma forma que a terapêutica.

Observamos que uma diversidade grande de efeitos colaterais está a ser relatada após a vacinação de indivíduos relativamente jovens, previamente saudáveis, com as vacinas COVID-19 baseadas em genes. Além disso, tem havido muitas reportagens na comunicação social, de idosos em lares de todo o mundo, sendo atingidos pela COVID- 19 dentro de dias após a vacinação dos residentes. Embora reconheçamos que estas ocorrências possam ter sido, todas elas, coincidências infelizes, estamos preocupados com o facto de ter havido e continuar a haver um controlo inadequado das possíveis causas de doença ou morte nestas circunstâncias, especialmente na ausência de exames post mortem.

Em particular, questionamos se questões fundamentais relativas à segurança das vacinas foram devidamente abordadas antes da sua aprovação pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA).

Com grande urgência solicitamos que a EMA nos forneça respostas às seguintes questões:

1. Após a injeção intramuscular deve esperar-se que as vacinas à base de genes cheguem à corrente sanguínea e se espalhem por todo o corpo [1]. Solicitamos evidências de que essa possibilidade foi excluída em modelos animais pré-clínicos, com todas as três vacinas, antes de sua aprovação para uso em humanos pela EMA.

2. Se tal evidência não estiver disponível deve esperar-se que as vacinas permaneçam aprisionadas na circulação e sejam absorvidas pelas células endoteliais. Há razões para supor que isso acontecerá particularmente em locais de fluxo sanguíneo lento, ou seja, em pequenos vasos e capilares [2]. Solicitamos evidências de que essa probabilidade foi excluída em modelos animais pré-clínicos, com todas as três vacinas, antes de sua aprovação para uso em humanos pela EMA.

3. Se tal evidência não estiver disponível deve esperar-se que durante a expressão dos ácidos nucleicos das vacinas, peptídeos derivados da proteína spike serão apresentados através do MHC I — via da superfície luminal das células. Muitos indivíduos saudáveis têm linfócitos CD8 que reconhecem tais peptídeos, o que pode ser devido à infecção prévia por COVID, mas também a reações cruzadas com outros tipos de Coronavírus [3; 4] [5]. Temos de assumir que estes linfócitos vão atacar as respectivas células. Solicitamos evidências de que essa probabilidade foi excluída em modelos animais pré-clínicos, com todas as três vacinas, antes de sua aprovação para uso em humanos pela EMA.

4. Se tal evidência não estiver disponível deve esperar-se que danos endoteliais com subsequente activação da coagulação sanguínea, através da activação plaquetária, ocorram em inúmeros locais em todo o corpo. Solicitamos evidências de que essa probabilidade foi excluída em modelos animais pré-clínicos, com todas as três vacinas, antes de sua aprovação para uso em humanos pela EMA.

5. Se tal evidência não estiver disponível deve esperar-se que isso leve a uma queda na contagem de plaquetas, ao aparecimento de D-Dímeros no sangue e a uma miríade de lesões isquêmicas em todo o corpo, incluindo cérebro, medula espinhal e coração. Podem ocorrer distúrbios hemorrágicos na sequência deste novo tipo de síndrome CID, incluindo, entre outras possibilidades, hemorragias profusas e acidente vascular cerebral hemorrágico. Solicitamos evidências de que todas essas possibilidades foram excluídas em modelos animais pré-clínicos, com todas as três vacinas, antes de sua aprovação para uso em seres humanos pela EMA.

6. A proteína spike SARS-CoV-2 liga-se ao receptor ACE2 nas plaquetas, o que resulta na sua activação [6]. Foi relatada trombocitopenia em casos graves de infecção por SARS- CoV-2 [7], assim como em indivíduos vacinados [8]. Solicitamos evidências de que o perigo potencial de activação plaquetária que também levaria à coagulação intravascular disseminada (CID) foi excluído, com todas as três vacinas, antes de sua aprovação para uso em seres humanos pela EMA.

7. A difusão de SARS-CoV-2 no mundo inteiro criou uma pandemia de doença associada a muitas mortes. No entanto, no momento em que se considerou a aprovação das vacinas, os sistemas de saúde da maioria dos países não estavam mais sob ameaça iminente de ser esmagados, porque uma proporção crescente do mundo já havia sido infectada e o pior da pandemia já tinha cessado. Consequentemente, exigimos provas conclusivas de que existia uma emergência real no momento em que a EMA concedeu uma Autorização Condicional de Mercado, aos fabricantes das três vacinas, para justificar a sua aprovação de utilização em seres humanos, pela EMA, alegadamente devido a essa emergência.

Caso todas essas evidências não estejam disponíveis, exigimos que a aprovação para o uso das vacinas à base de genes seja retirada até que todas as questões acima tenham sido devidamente abordadas pelo exercício da devida diligência pela EMA.

Há sérias preocupações, incluindo, mas não se limitando às descritas acima, que a aprovação das vacinas contra a COVID-19 pela EMA foi prematura e imprudente, e que a administração das vacinas constituiu e ainda constitui “experimentação humana”, o que foi e ainda está em violação do Código de Nuremberga.

Tendo em conta a urgência da situação, solicitamos que responda a este e-mail no prazo de sete dias e aborde todas as nossas preocupações de forma completa. Caso opte por não cumprir este pedido sensato tornaremos esta carta pública.

Atenciosamente,

Professsor Sucharit Bhakdi MD, Professor Emeritus of Medical Microbiology and Immunology, Former Chair, Institute of Medical Microbiology and Hygiene, Johannes Gutenberg University of Mainz (Medical Doctor and Scientist) (Germany and Thailand)

Dr Marco Chiesa MD FRCPsych, Consultant Psychiatrist and Visiting Professor, University College London (Medical Doctor) (United Kingdom and Italy)

Dr C Stephen Frost BSc MBChB Specialist in Diagnostic Radiology, Stockholm, Sweden (Medical Doctor) (United Kingdom and Sweden)

Dr Margareta Griesz-Brisson MD PhD, Consultant Neurologist and Neurophysiologist (studied Medicine in Freiburg, Germany, speciality training for Neurology at New York University, Fellowship in Neurophysiology at Mount Sinai Medical Centre, New York City; PhD in Pharmacology with special interest in chronic low level neurotoxicology and effects of environmental factors on brain health), Medical Director, The London Neurology and Pain Clinic (Medical Doctor and Scientist) (Germany and United Kingdom)

Professor Martin Haditsch MD PhD, Specialist (Austria) in Hygiene and Microbiology, Specialist (Germany) in Microbiology, Virology, Epidemiology/Infectious Diseases, Specialist (Austria) in Infectious Diseases and Tropical Medicine, Medical Director, TravelMedCenter, Leonding, Austria, Medical Director, Labor Hannover MVZ GmbH (Medical Doctor and Scientist) (Austria and Germany)

Professor Stefan Hockertz, Professor of Toxicology and Pharmacologym, European registered Toxicologist, Specialist in Immunology and Immunotoxicology, CEO tpi consult GmbH. (Scientist) (Germany)

Dr Lissa Johnson, BSc BA(Media) MPsych(Clin) PhD, Clinical Psychologist and Behavioural Psychologist, Expertise in the social psychology of torture, atrocity, collective violence and fear propaganda, Former member Australian Psychological Society Public Interest Advisory Group (Clinical Psychologist and Behavioural Scientist) (Australia)

Professor Ulrike Kämmerer PhD, Associate Professor of Experimental Reproductive Immunology and Tumor Biology at the Department of Obstetrics and Gynaecology,

University Hospital of Würzburg, Germany, Trained molecular virologist (Diploma, PhD- Thesis) and Immunologist (Habilitation), Remains engaged in active laboratory research (Molecular Biology, Cell Biology (Scientist) (Germany)

Associate Professor Michael Palmer MD, Department of Chemistry (studied Medicine and Medical Microbiology in Germany, has taught Biochemistry since 2001 in present university in Canada; focus on Pharmacology, metabolism, biological membranes, computer programming; experimental research focus on bacterial toxins and antibiotics (Daptomycin); has written a textbook on Biochemical Pharmacology, University of Waterloo, Ontario, Canada (Medical Doctor and Scientist) (Canada and Germany)

Professor Karina Reiss PhD, Professor of Biochemistry, Christian Albrecht University of Kiel, Expertise in Cell Biology, Biochemistry (Scientist) (Germany)

Professor Andreas Sönnichsen MD, Professor of General Practice and Family Medicine, Department of General Practice and Family Medicine, Center of Public Health, Medical University of Vienna, Vienna (Medical Doctor) (Austria)

Dr Michael Yeadon BSc (Joint Honours in Biochemistry and Toxicology) PhD (Pharmacology), Formerly Vice President & Chief Scientific Officer Allergy & Respiratory, Pfizer Global R&D; Co-founder & CEO, Ziarco Pharma Ltd.; Independent Consultant (Scientist) (United Kingdom)

Este e-mail foi enviado em cópia para:
 Charles Michel, Presidente do Conselho da Europa e Ursula von der Leyen, Presidente da Comissão Europeia.

Médicos e cientistas podem assinar a carta aberta enviando o seu nome, qualificações, áreas de especialização, país e quaisquer afiliações que queiram citar, para Doctors4CovidEthics@protonmail.com

Referências:


[1] Hassett, K. J.; Benenato, K. E.; Jacquinet, E.; Lee, A.; Woods, A.; Yuzhakov, O.; Himansu, S.; Deterling, J.; Geilich, B. M.; Ketova, T.; Mihai, C.; Lynn, A.; McFadyen, I.; Moore, M. J.; Senn, J. J.; Stanton, M. G.; Almarsson, Ö.; Ciaramella, G. and Brito, L. A.(2019).Optimization of Lipid Nanoparticles for Intramuscular Administration of mRNA Vaccines, Molecular therapy. Nucleic acids 15 : 1–11.

[2]Chen, Y. Y.; Syed, A. M.; MacMillan, P.; Rocheleau, J. V. and Chan, W. C. W.(2020).Flow Rate Affects Nanoparticle Uptake into Endothelial Cells, Advanced materials 32 : 1906274.

[3] Grifoni, A.; Weiskopf, D.; Ramirez, S. I.; Mateus, J.; Dan, J. M.; Moderbacher, C. R.; Rawlings, S. A.; Sutherland, A.; Premkumar, L.; Jadi, R. S. and et al.(2020). Targets of T Cell Responses to SARS-CoV-2 Coronavirus in Humans with COVID-19 Disease and Unexposed Individuals, Cell 181 : 1489–1501.e15.

[4] Nelde, A.; Bilich, T.; Heitmann, J. S.; Maringer, Y.; Salih, H. R.; Roerden, M.; Lübke, M.; Bauer, J.; Rieth, J.; Wacker, M.; Peter, A.; Hörber, S.; Traenkle, B.; Kaiser, P. D.; Rothbauer, U.; Becker, M.; Junker, D.; Krause, G.; Strengert, M.; Schneiderhan-Marra, N.; Templin, M. F.; Joos, T. O.; Kowalewski, D. J.; Stos-Zweifel, V.; Fehr, M.; Rabsteyn, A.; Mirakaj, V.; Karbach, J.; Jäger, E.; Graf, M.; Gruber, L.-C.; Rachfalski, D.; Preuß, B.; Hagelstein, I.; Märklin, M.; Bakchoul, T.; Gouttefangeas, C.; Kohlbacher, O.; Klein, R.; Stevanović, S.; Rammensee, H.-G. and Walz, J. S.(2020). SARS-CoV-2-derived peptides define heterologous and COVID-19-induced T cell recognition, Nature immunology.

[5] Sekine, T.; Perez-Potti, A.; Rivera-Ballesteros, O.; Strålin, K.; Gorin, J.-B.; Olsson, A.; Llewellyn-Lacey, S.; Kamal, H.; Bogdanovic, G.; Muschiol, S. and et al.(2020). Robust T Cell Immunity in Convalescent Individuals with Asymptomatic or Mild COVID-19, Cell 183 : 158–168.e14.

[6] Zhang, S.; Liu, Y.; Wang, X.; Yang, L.; Li, H.; Wang, Y.; Liu, M.; Zhao, X.; Xie, Y.; Yang, Y.; Zhang, S.; Fan, Z.; Dong, J.; Yuan, Z.; Ding, Z.; Zhang, Y. and Hu, L.(2020). SARS-CoV-2 binds platelet ACE2 to enhance thrombosis in COVID-19, Journal of hematology & oncology 13 : 120.

[7] Lippi, G.; Plebani, M. and Henry, B. M.(2020).Thrombocytopenia is associated with severe coronavirus disease 2019 (COVID-19) infections: A meta-analysis, Clin. Chim. Acta 506 : 145–148.

[8] Grady, D. (2021). A Few Covid Vaccine Recipients Developed a Rare Blood Disorder, The New York Times, Feb. 8, 2021. 

 

Declaração em vídeo do professor Sucharit Bhakdi, professor emérito de Microbiologia Médica e Imunologia e ex-presidente do Instituto de Microbiologia Médica e Higiene:

https://odysee.com/@Doctors4CovidEthics:d/Prof.-Sucharit-Bhakdi-statement-on-EMA-open-letter.ENG:0?src=open&fbclid=IwAR3LKuQ0aGR1TBh4vJtN8cd5HN86JGEKCFl87TE8oCgDFiXRPnbkmu7ykro

18/02/21

ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE A VACINAÇÃO PARA A COVID-19

 

Em primeiro lugar, gostaria de vos recomendar a leitura do excelente livro de Mateja Cernic, Ideological Constructs of Vacination, onde o "mito" da vacinação é ampla, clara e cientificamente desmistificado. Aqui fica uma citação do livro:

Reivindicar que as vacinas são "testadas rigorosa e extensivamente", que elas "representam um alto padrão de segurança", etc., são mentiras. O facto destas reivindicações serem feitas por instituições estatais, encarregadas de monitorizar a segurança das vacinas, torna estas mentiras absolutamente inaceitáveis.

As perguntas que devemos fazer em relação a estas novas vacinas e à sua implementação global são:

- Serão seguras?

- Darão protecção?

- Terão efeitos a curto, médio e longo prazo?

- Necessitarão de reforços?

- Estimularão a chamada Imunidade de Grupo?

            A resposta a todas estas perguntas é - NÃO SABEMOS -, não sabemos porque não há um número suficiente de pessoas vacinadas e são vacinas absolutamente novas, nunca antes experimentadas.

Desta forma, a nossa escolha é se queremos ou não ser cobaias de uma experiência mundial.

Esta é a escolha que nos está a ser oferecida. Vamos ou não aceitá-la?

A decisão é de cada um de nós.

 

Fevereiro de 2021

Drª Manuela Tavares

16/02/21

MENSAGEM DE ALERTA INTERNACIONAL SOBRE COVID-19


 (Tradução da carta enviada aos governantes de vários países, em Fevereiro 2021)

      

Sr. Presidente, Sr. Primeiro Ministro e Sr. Ministro da Saúde:

 

Somos profissionais de saúde do coletivo internacional: United Health Professionals, constituido por mais de 1.500 membros (incluindo professores de medicina, médicos intensivistas e especialistas em doenças infeciosas) de diferentes países da Europa, África, América, Ásia e Oceânia e difundimos a 26 de agosto de 2020 destinada a governos e cidadãos de países em todo o mundo, uma mensagem de alerta sobre o surto de COVID.

Em primeiro lugar, comecemos pelas conclusões do relatório de 2010 da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa sobre a gestão da epidemia de H1N1: «A Assembleia Parlamentar está alarmada com a forma como a pandemia de gripe H1N1 tem sido tratada, não só pela Organização Mundial de Saúde (OMS), mas também pelas autoridades de saúde competentes a nível da União Europeia e a nível nacional. Está particularmente preocupada com algumas das consequências das decisões tomadas e conselhos dados que conduzem à distorção das prioridades dos serviços de saúde pública em toda a Europa, desperdício de grandes somas de dinheiro público e também temores e receios injustificados relativamente aos riscos para a saúde ... têm-se verificado graves deficiências identificadas na transparência dos processos de tomada de decisão no que toca à pandemia que geraram preocupações sobre a possível influência da indústria farmacêutica em algumas das principais decisões ... o lobby não regulamentado ou secreto pode ser um perigo e pode minar os princípios democráticos e de boa governança».

Saibam que os mesmos erros cometidos no passado na epidemia de H1N1 estão a repetir-se no presente com a epidemia de COVID. Vós sois as vítimas da maior fraude sanitária do século XXI no que diz respeito ao perigo real do vírus, as medidas a tomar, os valores, os exames e os tratamentos e tal tem sido feito com as mesmas técnicas de manipulação utilizadas durante a epidemia de H1N1 ou a guerra do Iraque. Especialistas, professores de medicina e coletivos científicos e médicos começaram a alertar a partir de março de 2020. Os países do mundo (exceto casos raros como: a Suécia, Bielorrússia ou a Tanzânia) e sem pensar, apenas se limitaram a imitar e a seguir cegamente os outros. Esta epidemia é amplificada, dramatizada e instrumentalizada por criminosos que dela se aproveitam para alcançar objetivos e agendas económicas, políticas e ideológicas prejudiciais à humanidade e vamos-vos provar o que acabamos de referir. Este golpe global deve parar rapidamente (porque é um grave perigo  para o povo e o país em termos de: saúde, economia, educação, ecologia e direitos humanos) devendo-se tomar imediatamente as seguintes ações:

 

1 - Levantar todas as restrições: remover as seguintes medidas ilegais, não científicas e não sanitárias: confinamentos, máscaras faciais obrigatórias para indivíduos saudáveis, distanciamento social de 1 ou 2 metros. Essas medidas malucas e estúpidas são heresias inventadas em 2020 que não existem na medicina ou na saúde pública e não são baseadas em nenhuma evidência científica. Não é assim que gerimos um surto:

- «O mundo enlouqueceu» com confinamentos contra o coronavírus que «são contrários ao que se sabe sobre o tratamento de pandemias de vírus» (Dr. Anders Tegnell, epidemiologista chefe da Suécia, 24 de junho de 2020).

- «A taxa de mortalidade por infeção parece ser quase a mesma que a da influenza, mas nunca introduzimos essas medidas drásticas antes, quando tivemos pandemias de influenza. E não podemos viver com elas por muitos anos» (Prof. Peter Gøtzsche, 1 de dezembro de 2020).

- «A decisão de confinamento tal como a de uso de máscaras ... não se baseiam em dados científicos ...» (Prof. Didier Raoult, 24 de junho de 2020).

- «A história natural do vírus [o coronavírus] não é influenciada por medidas sociais [confinamento, máscaras faciais, encerramento de restaurantes, recolher obrigatório, etc.] ... O confinamento não desencadeou a diminuição dos casos .... Quanto ao encerramento de restaurantes que tinham protocolos de saúde muito rígidos ... claro que não tenho como provar... não influenciou em nada a epidemia ... O confinamento não alterou nada ...» (Prof. Philippe Parola, 3 de dezembro de 2020).

- «Não há evidências científicas que sustentem a desastrosa regra dos dois metros. Estão a ser usadas pesquisas de baixa qualidade para justificar uma política com enormes consequências para todos nós» (Professores Carl Heneghan e Tom Jefferson).

- «Medidas grotescas, absurdas e muito perigosas ... um impacto terrível na economia mundial ... autodestruição e suicídio coletivo ...» (Prof. Sucharit Bhakdi, março de 2020, que enviou também, na altura, uma carta dirigida a Angela Merkel).

Além disso, essas medidas tirânicas violam a Declaração Universal dos Direitos Humanos nos seus artigos: 3, 5, 9, 12, 13, 17, 18, 20, 26, 27, 28, 30 e a Convenção da UNICEF sobre os Direitos da Criança nos seus artigos: 28, 29, 32, 37.

- «Quando o Estado é quem sabe melhor e viola os direitos humanos, estamos num caminho perigoso. A pandemia levou à violação dos direitos humanos básicos ... Não houve a menor análise ética para saber se isso era justificado. Não o é» (Prof. Peter Gøtzsche, 4 de dezembro de 2020).

Forçar pessoas não doentes a usarem máscaras não é apenas uma heresia, é também prejudicial à saúde, bem como à ecologia e uma forma de abuso:

- «Ditadura de máscaras totalmente infundada» (Prof. Christian Perronne, 22 de setembro de 2020).

- «O recolher obrigatório ... foi usado durante a ocupação alemã quando a milícia e a Gestapo se dirigiram às casas. E vamos ter agora a visita da polícia para ver se há mais de 6 pessoas à mesa! O que é esta loucura?! » (Prof. Christian Perronne, 15 de outubro de 2020).

- «Todos os invernos em Paris, as camas da UCI ficam totalmente saturadas. Transferimos pacientes ... durante todo o inverno, em circunstâncias normais» (Prof. Bruno Mégarbane, anestesiologista e médico intensivista, 27 de setembro de 2020) 1.

- «Durante nenhuma das 2 ondas ... as UCI ficaram saturadas, é falso!» (Prof. Michaël Peyromaure, 18 de janeiro de 2021) 2.

 

2 - Abrir unidades económicas, escolas, universidades, transporte aéreo e hospitais.

 

3 - Exclua os seus especialistas e assessores que tenham ligações ou conflitos de interesse com empresas farmacêuticas: o relatório de 2010 da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa sobre a gestão da epidemia de H1N1 referia também: «a Assembleia apela às autoridades de saúde pública a nível internacional, a nível europeu e nacional - e nomeadamente da OMS - ... por forma a garantir que todas as pessoas que tenham conflitos de interesse sejam excluídas dos processos de tomada de decisão sensíveis». Os especialistas dos países que defenderam essas medidas totalmente heréticas são seguidores, ignorantes ou estão corrompidos pela indústria farmacêutica.

 

4 - Exigir uma investigação internacional e independente e que os responsáveis por esta fraude sejam julgados: a 1 de outubro de 2020, Reiner Fuellmich - um advogado alemão - anunciou que uma rede internacional de advogados irá discutir o maior caso de delito civil de sempre: «as medidas anti corona têm causado e continuam a causar danos tão devastadores para a  saúde e para a economia da população mundial quanto os crimes cometidos pela (...) OMS e devem ser legalmente qualificados como crimes reais contra a humanidade, conforme definido no artigo 7 do código penal internacional». Afirmou também que deve ser designado por «escândalo corona e os seus responsáveis devem ser processados criminalmente por isso, bem como por danos civis». A investigação deve-se concentrar, entre outros, em Bruce Aylward (OMS) e Neil Ferguson (ICL).

-10 de janeiro de 2021: uma carta retransmitida pelo The Sun e escrita por advogados, um membro do Parlamento, ativistas de direitos humanos e um ex-general da Força Aérea dos EUA  foi dirigida ao FBI e ao MI-5, bem como aos serviços de segurança no Canadá, Alemanha e Austrália, afirmando: «Estamos a escrever esta carta para solicitar que uma investigação federal seja iniciada e / ou acelerada em relação ao debate científico sobre as principais decisões políticas durante a crise do COVID-19. No decorrer do nosso trabalho, identificamos questões de natureza potencialmente criminosa e acreditamos que esta investigação é necessária para garantir que os interesses do público estão devidamente representados por aqueles que promovem certas políticas pandémicas». A carta define o confinamento como «uma fraude científica global de proporções sem precedentes» que foi «deliberadamente promulgada ... para empobrecer as nações que a implementaram» 3.

Países raros como a Suécia, Tanzânia ou Bielorrússia - que devem ser felicitados - recusaram o confinamento e não seguiram cegamente os outros e se aplicarmos o raciocínio dos defensores do confinamento, o resultado deveria ter sido um massacre ou a saturação do sistema hospitalar. É este o caso nestes 3 países? A resposta é, obviamente negativa. Além disso, a 15 de setembro de 2020, o BMJ publicou um artigo intitulado: «COVID-19: Como é que a Bielorrússia tem uma das taxas de mortalidade mais baixas da Europa?». Estes 3 países são a prova viva da fraude do confinamento e, dado que esta realidade poderá despertar a opinião pública fazendo com que as pessoas possam ver que lhes mentiram, existe uma imprensa corrupta que tem espalhado - desde o início - artigos e até notícias falsas, contra a Suécia e a Bielorrússia. O famoso slogan internacional: «Fique em casa, salve vidas» era uma mentira pura. Pelo contrário, o confinamento não só matou muitas pessoas, mas também destruiu a saúde física e mental, a economia, a educação e outros aspetos da vida. Por exemplo, o confinamento nos EUA matou milhares de pacientes com Alzheimer que também morreram longe das suas famílias. No Reino Unido: o confinamento matou 21.000 pessoas. Os efeitos do confinamento «foram absolutamente devastadores Não salvaram as vidas que anunciaram que poderiam salvar ... É uma arma de destruição em massa e vemos os seus efeitos na saúde ...na sociedade ... na economia ... que constituem a verdadeira 2ª onda» (Prof. Jean-François Toussaint, 24 de setembro de 2020). Prender um povo é um crime contra a humanidade que nem mesmo os nazis cometeram!

- «Este país está a cometer um erro dramático ... O que vão sugerir a seguir? Que todos fiquem trancados a vida toda porque existem vírus lá fora?! Vocês estão loucos, ficaram loucos! ... estamos a incendiar o planeta» (Prof. Didier Raoult, 27 de outubro de 2020).

- «É um grande delírio, mas que é instrumentalizado por grandes farmacêuticas e também por políticos ... É um medo organizado por razões políticas e económicas» (Prof. Christian Perronne, 31 de agosto de 2020).

- «É apenas um golpe global para obter enormes lucros, resgatar os bancos e, entretanto, arruinar as classes médias em nome de uma epidemia ... tornada destrutiva por medidas liberticidas, alegadamente sanitárias» (Dra. Nicole Delépine, 18 de dezembro de 2020 )

- «Temos evidências médicas de que se trata de uma fraude» (Dr. Heiko Schöning).

- «Pense nestas 2 questões: ... Será o coronavírus artificial? ... Não será que tentaram usar esta doença viral ou esta psicose para os seus próprios fins e interesses?» (Alexander Lukashenko, Presidente da Bielorrússia).

- «Há uma histeria pública totalmente infundada impulsionada pelos media e pelos políticos. É escandaloso. Esta é a maior fraude já perpetrada contra um público não informado ... deveria ser conhecida como nada mais do que uma temporada de gripe forte, isso não é Ebola, não é SARS » (Dr. Roger Hodkinson, 13 de novembro de 2020).

 

5 -  Deixar de seguir cegamente as recomendações da OMS e exigir que esta seja totalmente reformada: uma investigação feita em 2016 (A OMS nas garras dos lobistas) mostrou uma radiografia edificante da OMS; uma estrutura enfraquecida sujeita a múltiplos conflitos de interesse. Esta investigação demonstrou como os interesses privados dominam a saúde pública na OMS. Outra investigação (Confiar na OMS) também revelou essas graves anomalias.

 

6 -  Utilizar as medidas reconhecidas para o controlo de epidemias: como recomendações de lavagem das mãos, espirrar ou tossir para o cotovelo, o uso de máscara, mas apenas para pacientes e profissionais de saúde (em situações específicas), isolamento de pessoas doentes, etc. A gravidade de uma epidemia é avaliada pela taxa de letalidade (CFR), entre outras coisas. No entanto, esta última é muito baixa (0,03-0,05%) e, portanto, não há justificação para a adoção de medidas que, para além de desproporcionais, também não são científicas.

 

7 -  Consciencializar os media das suas responsabilidades: eles devem, por exemplo, deixar de falar sobre o coronavírus.

 

8 -  Remover a exigência de testes: as pessoas que exigem testes obrigatórios estão a enganar os governos e a perseguir apenas objetivos económicos. Nada neste coronavírus (que é um vírus benigno e com baixo CFR) o justifica. A gripe infecta 1 bilhão de pessoas anualmente - muito mais do que o SARS-CoV-2, espalha-se mais rapidamente e põe mais populações em risco do que este coronavírus, mas nenhum teste é necessário para viajar. Por isso, o professor Didier Raoult  designou de «delírio» a afirmação de que é uma doença grave e disse, a 19 de agosto de 2020, que «não é pior do que uma gripe».

- «É provável que a taxa de mortalidade por infeção através deste novo coronavírus esteja no mesmo patamar do da influenza sazonal» (Prof. John Ioannidis, 17 de abril de 2020).

- «Tranquilizar a grande maioria da população informando que o risco de morrer ou contrair doença grave por COVID-19 é muito baixo» (Prof. John Ioannidis, 22 de abril de 2020).

- «Têm consciência? Hoje, estamos a destruir a economia e, no final, os números são comparáveis aos da gripe!» (Prof. Christian Perronne, 25 de outubro de 2020).

 

9 - Acabar com as campanhas de vacinação e recusar a fraude do passaporte pseudo-sanitário que na realidade é um projeto político-comercial:

- «Não necessitamos dela [da vacina] de maneira alguma ... Tudo isso é uma questão puramente comercial» (Prof. Christian Perronne, 16 de junho de 2020).

- «É um velho princípio de marketing das empresas farmacêuticas: se querem vender bem o seu produto, o consumidor deve ter medo e vê-lo como a sua salvação. Então, cria-se uma psicose para que o consumidor sucumba e se precipite para tomar a vacina em questão» (Prof. Peter Schönhöfer).

- «Como médico, não hesito em antecipar as decisões do governo; não devemos apenas recusar essas vacinas [contra COVID-19], mas também denunciar e condenar a abordagem puramente mercantil e o cinismo abjeto que orientou a sua produção” (Dr. Pierre Cave, 7 de agosto de 2020).

- A vacina COVID é «tão, tão desnecessária» (Prof. Sucharit Bhakdi, 2 de dezembro de 2020).

- «Nunca se viu na história da medicina o desenvolvimento urgente de vacinas para vacinar milhões, bilhões de indivíduos contra um vírus que mata apenas pessoas em risco que podemos identificar, que podemos tratar ... Nunca vi uma vacina ser aprovada em apenas 2 meses! ... leva anos!» (Prof. Christian Perronne, 2 de dezembro de 2020).

- «Estamos a ir rápido demais. Se fosse uma emergência, ... se hoje o COVID-19 matasse 50% das pessoas, eu diria vamos arriscar ..., mas aqui temos um vírus que mata 0,05% e vamos assumir todos os riscos! Eu sei que há bilhões em jogo ... Cuidado, isso é muito perigoso!» (Prof. Christian Perronne, 2 de dezembro de 2020). À pergunta: «Precisamos de uma vacina geral para toda a humanidade com 0,05% de mortes?», O professor Christian Perronne respondeu: «É óbvio que não!».

- 30 de novembro de 2020: O professor Christian Perronne escreveu uma carta na qual alerta sobre o perigo destas vacinas com base na engenharia genética: «As pessoas que promovem essas terapias genéticas, falsamente chamadas de          " vacinas ", são aprendizes de feiticeiro e fazem ...dos cidadãos do mundo as suas cobaias».

- Em 19 de outubro de 2020, numa correspondência para o jornal The Lancet, os cientistas expressaram preocupações e alertaram: «preocupa-nos que o uso de um vetor Ad5 para imunização contra o coronavírus 2 da síndrome respiratória aguda grave (SARS-CoV-2) possa de forma semelhante aumentar o risco de aquisição do HIV-1 entre os homens que tomem a vacina».

-Se as pessoas aceitarem a vacina COVID-19, será: «um erro porque corremos o risco de ter efeitos absolutamente imprevisíveis: por exemplo, cancros ... Estamos a brincar ao aprendiz de feiticeiro total ... O homem não deve servir de rato de laboratório, as crianças não devem ser usadas como cobaias, é absolutamente antiético. Não devem ocorrer mortes causadas por vacinas» (Prof. Luc Montagnier, Virologista e Prémio Nobel de Medicina, 17 de dezembro de 2020).

- Na Suíça, um grupo de 700 médicos e profissionais de saúde apelaram em 15 de janeiro de 2021 para que se interrompesse a campanha de vacinação4.

- «Acho que é [a vacina COVID] absolutamente perigosa. E aviso, se continuarmos a seguir essa orientação, estamos a caminho da perdição» (Prof. Sucharit Bhakdi, 2 de dezembro de 2020).

- Em 30 de dezembro de 2020: Réaction 19 (uma associação francesa fundada por advogados com cerca de 40.000 membros) informou, num comunicado de imprensa, que apresentou uma reclamação sobre as "vacinas" Pfizer / BioNTech & Moderna por: colocar deliberadamente a vida de outros em risco, engano agravado, abuso de fraqueza e extorsão agravada.

- Recentemente, vários deputados do Parlamento Europeu têm alertado a população devido ao facto de estarem proibidos de consultar os contratos assinados com laboratórios farmacêuticos. Essa falta de transparência é uma prova de que há coisas comprometedoras que desejam ocultar. Michèle Rivasi, deputada ao Parlamento Europeu, chegou a apresentar queixa5. Importa recordar que 6: em 2009, a Pfizer foi multada em $ 2,3 bilhões de dólares, a maior multa já imposta pelos tribunais americanos a um grupo farmacêutico. Foi considerada culpada de práticas comerciais fraudulentas. Em 2010: A AstraZeneca foi multada em 520 milhões de euros por recomendar o uso não autorizado de um medicamento. Em 2011: A Merck pagou uma multa de 628,36 milhões de dólares para resolver as alegações de marketing off-label (sem indicação científica especifica) e declarações falsas sobre a segurança cardiovascular de um medicamento. Em 2013: multa de 1,62 bilhões de euros para a Johnson & Johnson para resolver a responsabilidade penal e civil decorrente de alegações relacionadas à prescrição de 3 medicamentos, incluindo a promoção de usos não aprovados como seguros e eficazes pela Food and Drug Administration (FDA) e o pagamento de subornos a médicos e ao maior provedor de farmácias de cuidados de longo prazo do país.

Devem parar este golpe global onde as agendas político-económicas (mesmo ideológicas) dos criminosos estão para a pandemia por COVID, como a guerra do Iraque está para os ataques de 11 de setembro (deixamos aqui um lembrete do golpe da guerra do Iraque: https: // youtu. be / miZW_DGjIec). Esses criminosos manipulam os países do mundo e querem que a epidemia dure o máximo de tempo possível para atingir os seus objetivos.  A epidemia de COVID deveria ter sido dada como terminada num determinado período do ano passado: na verdade, em medicina, o limiar da epidemia relativamente ao qual se declara o início e o fim é de 150 a 200 casos por 100.000 habitantes. O presidente da Tanzânia é um dos poucos presidentes que entendeu isso porque declarou em 8 de junho de 2020 que a epidemia de COVID havia acabado no seu país. «Acabou a epidemia! »(Professor Yoram Lass, 2 de julho de 2020) 7.

Nesta epidemia, o perigo não é o coronavírus, mas sim as pessoas que o instrumentalizam e que são o verdadeiro vírus a combater. O vírus é completamente inocente do que está a acontecer (pobreza, perda de empregos, suicídios, mortes, recessão económica, desemprego, etc.) e os verdadeiros culpados são aqueles que pressionaram o mundo a usar essas medidas e os governos que continuam a implementá-las apesar dos alertas e avisos. «O Banco Mundial acaba de estimar que a pandemia por corona causou um aumento de cerca de 100 milhões de pessoas que vivem em extrema pobreza. E não é por causa do COVID-19. É por causa das medidas draconianas que introduzimos» (Prof. Peter Gøtzsche, 1 de dezembro de 2020).

A discrepância e desproporção entre o grau de perigosidade do vírus e a importância das medidas tomadas (que, aliás, são totalmente heréticas) são tão evidentes que conduzem inevitavelmente à conclusão de que existem outros objetivos por detrás. Só sendo totalmente cego ou ingénuo é que não os vemos. Com essas medidas que nada têm a ver com medicina ou ciência, os governos não estão lutando contra os perigos do vírus, mas sim contra os direitos básicos do seu povo e destruindo a saúde, economia, educação, ecologia, cultura e outros aspetos da vida. «Estamos a viver desde o início uma espécie de delírio ... Vivemos num mundo que enloqueceu: ... as medidas que têm sido tomadas para combater esta doença são medidas de outro século ... nem sequer do tempo da Idade Média! » (Prof. Didier Raoult, 7 de dezembro de 2020).

Em 28 de dezembro de 2020: Randy Hillier, um MP canadiano, escreveu esta mensagem no Twitter juntamente com os hashtags: #We Are Living A Lie (Estamos a viver uma mentira) e #No More Lockdowns (Fim aos Confinamentos): «As mentiras e enganos da Covid acabaram. Serão precisos anos para descobrir o como e o porquê de tantos se terem deixado enganar».

Não é porque a maioria dos países faz a mesma coisa que significa que é bom ou que é a coisa certa a fazer. O número não é um critério para saber se os países estão certos ou não, ao aplicar certas medidas. Pelo contrário, muitos exemplos históricos mostram que a maioria está frequentemente errada: a guerra do Iraque (raros países como a França não seguiram e estavam certos), H1N1 (raros países como a Polónia não seguiram e estavam certos), Segunda Guerra Mundial, etc.

A acusação de que se trata de teorias da conspiração é a resposta daqueles que não têm argumentos, mas sim uma técnica de manipulação em massa. Tudo o que foi relatado nesta carta não são teorias, mas verdades e declarações feitas por eminentes especialistas incluindo laureados com o Nobel de medicina. Esta carta deve ser mantida como prova de que o seu governo foi alertado. Tudo deverá voltar ao normal imediatamente e essa tomada global de reféns deve parar porque você sabia que foi vítima da maior fraude sanitária do século 21.

- Não cometa o erro de subestimar a nossa carta ou ignorá-la. Aqui estão 2 exemplos do que acontece quando um governo comete este erro:

Apesar dos avisos de vários especialistas sobre o perigo da Dengvaxia (vacina contra a febre de dengue), o governo filipino decidiu em 2016 lançar uma campanha de vacinação que terminou posteriormente num escândalo público. De acordo com a procuradoria Persida Acosta, 500 crianças morreram por causa da vacina e vários milhares estão doentes. Segundo a procuradora, as responsabilidades são partilhadas entre o laboratório que vendeu "uma vacina perigosa" e o governo que montou uma campanha de vacinação "massiva e indiscriminada", em condições deploráveis. Essa vacina, no entanto, prometia ser um sucesso à escala planetária; em 2015, a Sanofi confirmou com grande alarde a comercialização de uma vacina revolucionária contra a febre de dengue. Foi uma estreia mundial, fruto de vinte anos de investigação e 1,5 mil milhões de euros de investimento. Mesmo assim, desde o início, levantaram-se vozes na comunidade científica: o Dr. Antonio Dans tentou alertar para os resultados inconclusivos dos primeiros ensaios clínicos. Nos EUA, o professor Scott Halstead, especialista mundialmente famoso na doença, chegou a enviar um vídeo transmitido no Senado do país para pedir a suspensão do programa de vacinação. O ex-ministro da Saúde do país foi acusado pelo escândalo. «Foi a ideia do lucro que matou estas crianças», afirmou a procuradora Persida Acosta.

O segundo exemplo é o escândalo da vacina H1N1 que foi comprada por vários países apesar dos alertas do Dr. Wolfgang Wodarg,  presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, que numa moção de recomendação intitulada «Pandemias Falsas - uma ameaça para a saúde» disse: «A fim de promover os seus medicamentos patenteados e vacinas contra a gripe, as empresas farmacêuticas influenciaram cientistas e agências oficiais, responsáveis pelas normas de saúde pública, para que alarmassem os governos em todo o mundo. Fizeram-nos desperdiçar os escassos recursos de cuidados de saúde em estratégias de vacinas ineficientes e expuseram desnecessariamente milhões de pessoas saudáveis ao risco de efeitos colaterais desconhecidos de vacinas testadas de forma insuficiente». Ele estava totalmente certo porque, posteriormente, a vacina fez 1.500 vítimas de narcolepsia das quais 80% são crianças, de tal modo que em 24 de novembro de 2013, o ministro sueco de Assuntos Sociais, Göran Hägglund, afirmou que estava pronto para se desculpar publicamente junto das vítimas da vacina da gripe suína.

 

É impossível dizer-lhe tudo nesta carta, por isso deve consultar atentamente os documentos elencados na lista que se segue, porque tudo o que lhe foi dito está ali detalhado e argumentado e porque irá descobrir outras coisas que não conhece e com as quais ficará até chocado:

 

1 - Mensagem de alerta internacional de profissionais da saúde para os governos e cidadãos dos países de todo o mundo:

https://drive.google.com/file/d/1hghf8Bh3AIUi5HxrnPA8FZeQqo77e_xN/view

2 - O que aconteceu durante a epidemia de H1N1:

https://youtu.be/F24PBF04E2w

3 - COVID-19 (factos desconhecidos, países que recusaram, papel dos media, objetivos, consequências, os responsáveis pela fraude):

https://youtu.be/vvqhwG3EYfU

4 - Máscaras, confinamento, distanciamento social, rastreamento dos contactos:

https://youtu.be/-syi8rf0_Fc

5- A verdade sobre os testes e os perigos da vacinação:

https://youtu.be/P8DYlMorF5o

6 - As 7 ações que os Governos devem tomar:

https://youtu.be/cvis4hPZTAE

 

Toda a informação no documento acima é científica, proveniente de fontes e verificada (fontes no final do documento em Word e na descrição dos vídeos). Para ativar as legendas na sua língua, veja os vídeos num computador ou num portátil e siga os passos explicados neste vídeo:

https://youtu.be/IySlt-UBn_0

Agradecemos a atenção dispensada e aguardamos interessadamente a vossa resposta.

Atentamente,

 

O coletivo internacional: United Health Professionals

 

Nomes e profissões dos membros do coletivo (a partir da página 19):

https://drive.google.com/file/d/1hghf8Bh3AIUi5HxrnPA8FZeQqo77e_xN/view

 

Fontes

 

1 : https://www.lci.fr/replay/video-le-brunch-de-l-info-du-dimanche-27-septembre-2020-2165685.html

2 : https://www.dailymotion.com/video/x7yr0oz

3 : https://www.thesun.co.uk/news/13718024/china-trick-world-into-lockdown-open- letterr/?utm_source=twitter&utm_medium=social&utm_campaign=sharebarweb

4 : https://www.illustre.ch/magazine/manquons-recul-face-aux-potentiels-effets-indesirables-vaccins

5 : https://twitter.com/j_bardella/status/1351932253576818690
https://twitter.com/dupontaignan/status/1350095404474327047 https://twitter.com/DocteurGonzo4/status/1351778258753355777

6 : https://www.france24.com/fr/20090903-le-laboratoire-pfizer-ecope-dune-amende-23 milliards-dollars- https://www.lemonde.fr/economie/article/2009/09/02/une-amende-de-2-3-milliards-de-dollars-pour- pfizer_1235011_3234.html https://www.lemonde.fr/economie/article/2010/04/28/astrazeneca-ecope-d-une-amende-de-520-millions-d-euros-aux-etats- unis_1343983_3234.html https://lexpansion.lexpress.fr/actualite-economique/merck-debourse-pres-d-un-milliard-de-dollars-pour-solder-le-scandale- vioxx_1054000.html https://www.lequotidiendumedecin.fr/actus-medicales/medicament/amende-record-de-162-milliard-deuros-pour-le-laboratoire- americain-johnson-johnson

7 : https://www.facebook.com/261835320624052/videos/1240827799610762/